Resenha do Livro "Em Chamas"

O segundo livro da saga revela mais uma vez o valor de sua fama.

Katniss após ganhar os jogos se ver em conflito com a capital que acha que seu ato de salvar Peeta, foi na verdade uma demonstração de descaso com as leis. Agora ela terá que provar que está morta de amores por ele, magoando muitas pessoas que ama, principalmente seu amigo Gale que depois dos jogos começa a demonstrar sentimentos por ela e isso se torna recíproco, mas,  talvez, só esse seu amor artificial por Peeta não seja o suficiente para os superiores que no Massacre (que acontece a cada vinte e cinco anos) promete regularizar esse levante colocando os vecendores dos jogos passados para duelarem entre se até a morte.

O livro assim como o anterior é dividido em partes e em capítulos, narrado em primeira pessoa por Katniss, esse segundo foca mais o desenvolvimento das ações dela e não os jogos em si, contudo devo dizer que se o derramamento de sangue foi muito no primeiro nesse as emoções estão a flor da pelo e não era por menos, vários distritos tem nossa protagonista como símbolo da rebelião o que deixa Katniss em uma posição que ela não queria estar. Peeta como sempre está sendo sempre protegido por alguém em “em chames” ele poucas vezes está em ação o que me deixou um pouco triste por achar que ele tem um grande potencial e não deve ser o fraco dessa história. O final é um verdadeiro choque de realidade você ver que até aqueles que Kat mais confia estão mentido para ela (não falo mais nada). Falando o pouco sobre os jogos esse foi muito mais assustador apesar de pequeno, a forma como a Capital manipulou tudo me deu vontade de mandar matar aquele traste do Snow (O presidente – ele é o mal encarnado). Suzanne Collins mais uma vez transpões a barreira entre o leitor e o livro fazendo com que haja a interação entre ambos, tinha momentos que eu chorava, gritava e brigava como se alguns dos personagens pudessem me ouvi e, além disso, ela criou um cenário, uma história que a tempos não via, pois misturar algo tão presente como os Realitys shows com um governo opressor que a muito diz ser democrático foi uma verdadeira obra.

Trecho do livro que gostei (esse é meio longo):
“- Acho que sim – eu disse. Mas não é verdade. O nosso torso não é apenas um pássaro que canta. Ele é a criatura que a Capital jamais imaginou que pudesse existir. Nunca passou pela cabeça deles que seus gaios tagarelas altamente controlados pudessem ter seus cérebros adaptados à natureza, que pudessem transmitir seu código genético, que pudessem adquirir uma nova forma. Eles não conseguiram prever a vontade que os pássaros tinham de permanecer vivos.”

3 comentários:

Renata Leite disse...

Oi Mejilla!
Essa série parece ser muito boa, mais não tenho muito interesse em lê-la. Prefiro ver os filmes no cinema - digo isso raramente, mais é -, hehe.
Adorei e resenha, parabéns! :)

Beijos!

Renata :)

Bárbara Murat disse...

Confesso, não li sua resenha por medo de qualquer spoiler de JV; apesar de você não ter falado nada a respeito, eu acho.
Estou no comecinho de JV e por enquanto, esta morno. Espero gostar.

Beijos.

Rayra Mirelem disse...

Ainda não li nenhum livro dessa série, mas gostaria muito de ler, pois os livros parecem ser maravilhosos!

Beijos,
Books Lovely